Um lugar de maior destaque para a ciência na tomada de decisões internacionais é essencial para tornar realidade o projeto de acabar com a pobreza extrema e evitar a ameaça das alterações climáticas como estabelece a agenda 2030 e o acordo de Paris
Um lugar de maior destaque para a ciência na tomada de decisões internacionais é essencial para tornar realidade o projeto de acabar com a pobreza extrema e evitar a ameaça das alterações climáticas como estabelece a agenda 2030 e o acordo de Paris a ciência é essencial para tornar esta visão uma realidade. Mas não uma qualquer ciência; precisamos de uma ciência mais forte, uma ciência mais ligada. Precisamos de uma ciência que esteja mais profundamente integrada com a formulação de políticas, disse o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, ao receber o relatório final do Conselho Consultivo Científico, que visa apoiar o trabalho da ONU, fornecendo conselhos sobre ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento sustentável. O Conselho, presidido por Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, foi fundado por Ban Ki-moon em 2014 e reúne 25 cientistas eminentes de todas as regiões do mundo e tem o objetivo de fornecer uma imagem completa das necessidades científicas para serem enfrentados os desafios globais, levando em consideração as ciências naturais e sociais, bem como os sistemas de conhecimento locais e nativos. Segundo o relatório, a ciência é um bem público e merece ser mais valorizada e utilizada de forma eficaz pelos decisores a todos os níveis. além disso, os especialistas do Conselho Consultivo Científico argumentam que todas as nações devem investir mais em ciência, tecnologia e inovação, que pode “‹”‹ser uma forma de lidar com quase todos os desafios globais mais urgentes.