a constituição de Myanmar recomeça a ser discutida, no que muitos críticos consideram um número de teatro para dar um aspecto legítimo ao governo actual.
a constituição de Myanmar recomeça a ser discutida, no que muitos críticos consideram um número de teatro para dar um aspecto legítimo ao governo actual. Mais de mil delegados, escolhidos pelo governo, participaram na nova sessão da Convenção Nacional em Ragoon, capital de Myanmar. Uns dias depois do governo ter confirmado que a líder pro-democrática aung San Suu Kyi continuará mais um ano em prisão domiciliária.
a convenção foi criada em 1993, com o objectivo de elaborarar uma constituição, que é o primeiro dos sete passos do plano conhecido como “caminho para a democracia”. No entanto o regime militar em governo enfrenta crescente pressão internacional devido ao desrespeito pelos direitos humanos, sendo muito o cepticismo quanto à sua promessa de dar início a mudanças democráticas.
Os delegados vão reunir-se durante semanas num centro isolado em Ragoon, escrevendo a constituição. Segundo a imprensa internacional, o regime militar conta com o apoio da China e da Índia, podendo sair fortalecido com esta convenção.
Desde que os militares tomaram o poder, em 1988, Myanmar está sem constituição.

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