a intensificação dos combates e dos bombardeamentos aéreos levou a organização Médicos no Mundo a suspender as atividades humanitárias no país, num momento em que 80 por cento dos habitantes carece de ajuda urgente
a intensificação dos combates e dos bombardeamentos aéreos levou a organização Médicos no Mundo a suspender as atividades humanitárias no país, num momento em que 80 por cento dos habitantes carece de ajuda urgente a falta de segurança tornou as atividades humanitárias no Iémen praticamente impossíveis, o que levou a organização não governamental Médicos no Mundo a anunciar esta semana a suspensão dos seus programas de apoio no país e a pedir à comunidade internacional que se mobilize para pôr fim aos bombardeamentos. Depois da suspensão das negociações de paz, os combates e as incursões aéreas intensificaram-se. Neste contexto, tomámos a decisão de retirar o nosso pessoal, informou a organização em comunicado. Os Médicos no Mundo estavam no país a tentar reabilitar a estruturas de saúde danificadas e ofereciam assistência médica à população mais isolada, com o recurso a clínicas móveis. a retirada dos serviços da organização vai contribuir para o agravamento da vulnerabilidade dos habitantes, numa altura em cerca de 80 por cento precisa de ajuda urgente e 25 por cento dos centros de saúde não funciona. Metade da população sofre ainda de insegurança alimentar.