O desemprego juvenil mundial deve aumentar em 2016, pela primeira vez em três anos, e mantém-se elevados e igualmente perturbadores o nível de jovens que trabalham mas ainda vivem na pobreza. Pedidos mais esforços para atingir crescimento sustentável
O desemprego juvenil mundial deve aumentar em 2016, pela primeira vez em três anos, e mantém-se elevados e igualmente perturbadores o nível de jovens que trabalham mas ainda vivem na pobreza. Pedidos mais esforços para atingir crescimento sustentável a agência de trabalho das Nações Unidas pediu esta quinta-feira mais esforços para alcançar um crescimento económico sustentável e trabalho decente, alertando para o facto do desemprego juvenil mundial dever crescer em 2016, pela primeira vez em três anos, e de manterem-se elevado e igualmente perturbador o nível de jovens que trabalham mas ainda vivem na pobreza.
O aumento alarmante de desemprego entre os jovens e os altos níveis igualmente perturbadores de jovens que trabalham mas ainda vivem na pobreza mostram o quão difícil será alcançar a meta global para acabar com a pobreza até 2030, disse Deborah Greenfield, diretora-geral adjunta da OIT.
Na apresentação do relatório Emprego e Panorama Social 2016: Tendências para a Juventude, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que a taxa de desemprego juvenil mundial deve chegar a 13,1 por cento no final de 2016 e permanecer nesse nível até 2017 (acima dos 12,9 por cento em 2015).como resultado, o número de jovens desempregados deverá crescer meio milhão este ano atingindo os 71 milhões – o primeiro aumento em três anos.
a maior preocupação, diz OIT, é a participação e o número de jovens, muitas vezes em países emergentes e em países em desenvolvimento, que vivem na pobreza extrema ou moderada, apesar de terem um emprego. Na verdade, 156 milhões, ou 37,7 por cento dos jovens trabalhadores estão em pobreza extrema ou moderada (em comparação com 26 por cento dos adultos que trabalham).