Objetivo era juntar a sabedoria dos povos indígenas com os conhecimentos Científicos e formar técnicos com informação da fauna e da flora, aliada às novas tecnologias. ONU reconhece que é preciso investir mais na educação dos povos nativos
Objetivo era juntar a sabedoria dos povos indígenas com os conhecimentos Científicos e formar técnicos com informação da fauna e da flora, aliada às novas tecnologias. ONU reconhece que é preciso investir mais na educação dos povos nativosSe o mundo fracassar na forma como lida com as necessidades educacionais dos povos indígenas, dificilmente serão alcançados os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, alertou esta terça-feira, 9 de agosto, o secretrário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Na sua mensagem a propósito do Dia Internacional dos Povos Indígenas, assinalado hoje, o líder da ONU sublinhou que os jovens indígenas no mundo estão a terminar o ensino médio em níveis mais baixos do que as médias nacionais e outros nem chegam a completar o antigo segundo grau. E, em alguns países, menos de 40 por cento das crianças indígenas estudam em horário integral. É importante destacar que para nós, os índios, a educação nasce nas nossas aldeias e comunidades, através da mulher. a nossa língua, que é outro ponto que está junto com a cultura e a educação, nasce através do canto, de uma mensagem para o bebezinho através de sua mãe, destacou o líder indígena Marcos Terena, em declarações à Rádio ONU. Terena realçou ainda o sonho antigo de terem uma universidade dos povos indígenas no Brasil: Uma universidade que, por exemplo, agregue conhecimentos Círculo dos povos indígenas e, ao mesmo tempo, uma universidade que possa formar médicos indígenas que tenham conhecimento da fauna e da flora e capacidade tecnológica para aplicar esse conhecimento no bem-estar da sociedade como um todo.