agência brasileira do meio ambiente deu parecer negativo à construção de uma barragem no rio Tapajós, na amazónia, que ia ocupar uma área equivalente à da cidade de Nova Iorque e interferir com a comunidade indígena Mundurukú
agência brasileira do meio ambiente deu parecer negativo à construção de uma barragem no rio Tapajós, na amazónia, que ia ocupar uma área equivalente à da cidade de Nova Iorque e interferir com a comunidade indígena Mundurukú a organização de defesa do ambiente Greenpeace congratulou-se este fim de semana com a decisão do Instituto Brasileiro do Meio ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBaMa) ao negar a licença para construção de uma barragem na amazónia brasileira, em pleno território da comunidade indígena Mundurukú. Esta decisão é uma grande vitória para a Greenpeace e para os Mundurukú, uma milenária comunidade indígena que habita nas margens do rio Tapajós e que iria ver o seu território alagado pela gigantesca barragem. Lutámos juntos, durante anos, por esta causa, revelou a organização, em comunicado. a Greenpeace promoveu uma campanha internacional que reuniu o apoio de 1,2 milhões de pessoas de todo o mundo, para pedir às empresas envolvidas no projeto que o suspendessem. agora, uma vez cancelado, pede à justiça brasileira que reconheça oficialmente a demarcação do território dos Mundurukú, para assegurar a sua proteção perante eventuais futuras ameaças.