Pontífice enviou resposta a missiva escrita pela mulher, manifestando-lhe solidariedade e conforto espiritual. a destinatária ficou sensibilizada e promete continuar a escrever-lhe
Pontífice enviou resposta a missiva escrita pela mulher, manifestando-lhe solidariedade e conforto espiritual. a destinatária ficou sensibilizada e promete continuar a escrever-lheO vigário apostólico de aysén deslocou-se esta semana à penitenciária de Coyhaique, no Chile, para entregar uma carta do Papa Francisco a uma reclusa que havia escrito ao Pontífice, através da Nunciatura apostólica. Na missiva, o Santo Padre promete pedir a Deus que conceda a luz da fé e da esperança à detida e manifesta o desejo que a mulher sinta o consolo de Jesus Cristo misericordioso na proximidade das pessoas que ama. Emocionada com a resposta do Santo Padre, a reclusa agradeceu e prometeu voltar a escrever-lhe para contar que se casou entretanto e que teve o seu segundo filho, uma menina que vive com ela na prisão. De um ponto de vista espiritual é reconfortante saber que o Papa se preocupa em responder às pessoas que estão numa situação complexa. É uma alegria e uma esperança para nós, e não só para a pessoa que escreveu, saber que pode esperar uma resposta de Sua Santidade, disse o diretor regional da polícia, citado pela agência Fides. Já o vigário apostólico, Luigi Mora, deixou uma palavra de alento aos reclusos: a prisão não é um lugar onde se perde a esperança, mas é um tempo que pode fortalecer os projetos de vida de uma sociedade mais justa e fraterna; a falta de liberdade não significa falta de dignidade, coragem e confiança, as pessoas podem aprender com seus próprios erros e projetar suas vidas de uma forma mais social.