Elefantes africanos continuaram a enfrentar graves ameaças à sua sobrevivência em 2015 por causa do comércio ilegal de marfim a níveis inaceitavelmente elevados e da caça furtiva. Tendências de crescimento acentuadas na caça ilegal estabilizaram
Elefantes africanos continuaram a enfrentar graves ameaças à sua sobrevivência em 2015 por causa do comércio ilegal de marfim a níveis inaceitavelmente elevados e da caça furtiva. Tendências de crescimento acentuadas na caça ilegal estabilizaramO secretariado das Nações Unidas que apoia a regulação do comércio da vida selvagem sublinhou que existem alguns sinais encorajadores, mas ainda há muito a ser feito na proteção dos elefantes africanos. Segundo John E. Scanlon, secretário-geral da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES, na sigla internacional), o impulso gerado ao longo dos últimos cinco anos está a traduzir-se em esforços mais profundos e mais fortes para combater a caça ilegal e o tráfico ilícito nas linhas da frente, onde é mais necessário – desde os rangers no campo, a polícia e agentes aduaneiros nos portos de entrada e saída e através dos mercados ilícitos. Os dois programas de monitorização do CITES – o Sistema de Informação sobre Comércio de Elefantes (ETIS) e de acompanhamento do abate ilegal de elefantes (MIKE, nas siglas inglesas) – vão apresentar os seus relatórios à Conferência das partes do tratado em setembro.