Grupo de jovens da Consolata passou por Czestochowa, onde se encontra o Santuário da Virgem Negra, padroeira da Polónia. Em Cracóvia, foi acolhido na paróquia do Sagrado Coração de Jesus e, mais uma vez, ficou alojado em casa de famílias
Grupo de jovens da Consolata passou por Czestochowa, onde se encontra o Santuário da Virgem Negra, padroeira da Polónia. Em Cracóvia, foi acolhido na paróquia do Sagrado Coração de Jesus e, mais uma vez, ficou alojado em casa de famílias Não se pode pensar na história da humanidade em geral, e da Polónia em particular, sem lembrar os campos de concentração. assim, na quarta-feira, 27 de julho, o grupo de jovens da Consolata que está a participar na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), deslocou-se até aos campos de auschwitz e de Birkenau, onde viveu uma forte experiência emocional e espiritual. a visita foi conduzida pelo padre Luca, que foi explicando o significado dos barracões por onde se passava e contando um pouco da história dos campos. Num local onde se sente um peso esmagador, onde foram cometidos os maiores horrores contra a humanidade, foi pedido aos jovens que não tenham medo da morte mas que tenham fé na vida, porque por muito grande que seja o mal, o bem é sempre maior. ainda na quarta-feira, e entrando no programa oficial da JMJ, o dia foi reservado ao tema da misericórdia. Iniciou com uma Eucaristia na Basílica da Divina Misericórdia e prosseguiu com a primeira catequese sobre o tema. Nas palavras que dirigiu aos jovens, o padre César, missionário no México, falou da importância do Jubileu, o que significa misericórdia e de como as obras de misericórdia se devem tornar um itinerário de vida para cada um de nós. Tendo experimentado a gratuitidade do amor de Deus nas nossas vidas, devemos dar testemunho desse amor, tornando-nos misericordiosos, pondo-nos ao serviço do outro, disse o sacerdote. No final, e referindo que o centro da misericórdia é o perdão, o missionário convidou todo o grupo a receber o sacramento da reconciliação. Os jovens tiveram ainda a oportunidade de visitar o santuário dedicado a São João Paulo II e o túmulo de Santa Faustin, dois dos santos protetores destas jornadas.