Está aberta a JMJ. Os participantes aguardam a chegada do Papa, que além de se encontrar com os jovens de todos os continentes vai visitar os campos nazis de auschwitz e Birkenau
Está aberta a JMJ. Os participantes aguardam a chegada do Papa, que além de se encontrar com os jovens de todos os continentes vai visitar os campos nazis de auschwitz e Birkenau a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) está oficialmente aberta em Cracóvia, na Polónia. Cerca de meio milhão de jovens estiveram presentes na missa de abertura, terça-feira, 26 de julho. a cerimónia foi presidida pelo cardeal StanisÅ‚aw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia, antigo secretário pessoal de João Paulo II.
Chegou a hora que nós esperávamos há três anos. Vocês trazem muitas experiências, têm muitos desejos, falam muitas línguas. Mas partir de hoje nós vamos conversar no idioma do Evangelho. É uma língua de amor. É uma língua de fraternidade, solidariedade e paz. Bem-vindos à cidade de Karol WojtyÅ‚a – São João Paulo II. Nesta cidade ele cresceu para servir à Igreja, daqui partiu para percorrer os caminhos do mundo inteiro, para anunciar o Evangelho de Jesus Cristo. Bem-vindos à cidade onde de modo muito especial podemos experimentar o mistério e o dom da Divina Misericórdia, disse.
O dia em Cracóvia ficou também marcado pelo ataque a uma igreja em Rouen (França), que resultou na morte de um sacerdote. No início da missa, o cardeal Dziwisz pediu para rezar por todas as vítimas do terrorismo, em especial pelo padre assassinado.
O Papa Francisco chega esta quarta-feira, 27, à Polónia, onde vai permanecer cinco dias e participará na JMJ. O programa da sua 15. a viagem contempla diversas cerimónias e pelo menos dez discursos. a chegada está prevista para as 16h00 (15h00 em Lisboa), no aeroporto João Paulo II, de onde partirá para o Castelo de Wawel, para se reunir com as autoridades polacas e corpo diplomático.
Quinta-feira, 28, será o dia de homenagem à tradição católica polaca, com uma missa no Santuário de Jasna Gora, em Czestochowa. No dia seguinte, o Papa irá visitar os campos nazis de auschwitz e Birkenau, onde morreram 1,1 milhões de pessoas entre judeus, ciganos, homossexuais e prisioneiros de guerra.