Estudo universitário conclui que a população indígena é marginalizada e mal vista pela maioria da sociedade mexicana. Muitos empregadores evitam mesmo acolher indígenas nos seus quadros
Estudo universitário conclui que a população indígena é marginalizada e mal vista pela maioria da sociedade mexicana. Muitos empregadores evitam mesmo acolher indígenas nos seus quadros a Universidade Nacional autónoma do México (UNaM) fez um estudo sobre a população indígena a nível nacional e concluiu que a principal desvantagem de de ser indígena no país é a discriminação, a marginalização, a pobreza, a exclusão social e o analfabetismo. Segundo os resultados do inquérito, divulgados pela agência Fides, a maioria dos mexicanos revela grande preconceito em empregar pessoas indígenas, por considerar que são preguiçosas, passivas e indiferentes, quando, na realidade, nem todos os índios vivem nas zonas rurais, são pobres ou habitam em lugares isolados. Para 21 por cento dos entrevistados, a principal vantagem de ser indígena é a riqueza das tradições, a diversidade de línguas e cultura, assim como as derivações linguísticas. No entanto, a maior parte dos inquiridos reconhece que os indígenas se encontram em piores condições de vida.