«Este é o terceiro ano consecutivo em que as vítimas mortais ultrapassam as três mil, mas nunca tinha sido alcançado antes do final de julho», alerta o porta-voz da OIM, referindo-se aos que morreram durante a travessia do Mediterrâneo
«Este é o terceiro ano consecutivo em que as vítimas mortais ultrapassam as três mil, mas nunca tinha sido alcançado antes do final de julho», alerta o porta-voz da OIM, referindo-se aos que morreram durante a travessia do MediterrâneoMilhares de migrantes e refugiados perderam este ano a vida enquanto atravessavam o Mar Mediterrâneo para a Europa, para fugirem dos conflitos e más condições de vida nos seus países de origem.
a descoberta de 39 corpos, recuperados na costa líbia, esta semana, aumenta o número de vítimas para 3. 034, indica a Organização Internacional para as Migrações (OIM), num comunicado divulgado esta terça-feira, 26 de julho.
No total, foram cerca de 250 mil os migrantes e refugiados a arriscarem as vidas nesta travessia, em barcos sobrelotados e mal equipados. O principal país de origem destas pessoas é a Líbia, seguindo-se o Egito.
Comparativamente aos primeiros sete meses do ano passado, morreram mais 1. 117 pessoas desde o início deste ano, sendo este o número mais elevado de mortes no Mar Mediterrâneo registado num período tão curto.
Este é o terceiro ano consecutivo em que as vítimas mortais ultrapassam as três mil, mas nunca tinha sido alcançado antes do final de julho, o que é muito alarmante, alertou Joel Millman, porta-voz da OIM em Genebra (Suíça), citado pela agência Lusa.