Duas mães italianas impediram os filhos de participar numa colónia de férias na zona de Milão, depois de saberem que o quadro de monitores integrava alguns refugiados
Duas mães italianas impediram os filhos de participar numa colónia de férias na zona de Milão, depois de saberem que o quadro de monitores integrava alguns refugiados O objetivo da entidade promotora do campo de férias era promover a integração de refugiados, mas pelo menos duas mães não aceitaram a ideia e resolveram impedir os seus filhos de frequentar o espaço. apesar das queixas, a organização não governamental decidiu manter os migrantes ao serviço. a polémica iniciou-se nas redes sociais e foi parar às páginas da imprensa local. Segundo a edição de Milão do jornal La Reppubblica, uma mãe impediu que o seu filho fosse para a colónia de férias de Peschiera Borromeo e outra retirou o descendente depois de saber que alguns refugiados iam trabalhar como assistentes. O campo de férias é gerido pela organização Il Melograno, que também é responsável por um centro de refugiados em Mediglia. Para integrar os migrantes na sociedade italiana, a direção decidiu contratar alguns deles para trabalharem como assistentes dos educadores e animadores. Em entrevista ao jornal italiano, os outros pais manifestaram-se divididos em relação a esta opção de integração.