Cinco monges tibetanos foram detidos por oposição a uma campanha Política chinesa, denunciou um grupo pró-democrático.
Cinco monges tibetanos foram detidos por oposição a uma campanha Política chinesa, denunciou um grupo pró-democrático. O Centro para os Direitos Humanos e a Democracia disse que os monges recusaram assinar um documento com denúncias ao seu líder espiritual que vive no exílio, Dalai Lama. Os homens, de um mosteiro de Lhasa, foram detidos.
O grupo denunciou também que 400 monges protestaram sentando-se em oração e, deste modo, impedindo a passagem da polícia. Esta é uma forma tradicional de protesto não violento. as autoridades reagiram espancando os monges e fechando o mosteiro. O governo chinês diz não poder confirmar estas notícias.
“Tenho que realçar que a China é um país governado pela lei e actua de acordo com esta”, disse à agência Reuters o porta-voz do ministro dos negócios estrangeiros chinês, Qin Gang. Segundo o grupo pró-democrático, com sede na Índia, não foi permitido a ninguém entrar ou sair do mosteiro desde que aconteceu o protesto.

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