Petição pública pede à União Europeia a proibição total do comércio de marfim, para travar a caça ilegal e o assassinato de elefantes. a cada 15 minutos, um animal é morto por causa das suas presas
Petição pública pede à União Europeia a proibição total do comércio de marfim, para travar a caça ilegal e o assassinato de elefantes. a cada 15 minutos, um animal é morto por causa das suas presas a organização não governamental avaaz está a promover uma petição onde se pede à União Europeia que proíba totalmente o comércio de marfim, por forma a evitar a extinção dos elefantes. Se o ritmo atual de caça ao marfim se mantiver, os especialistas calculam que a África pode ficar sem elefantes nos próximos 25 anos. É de partir o coração: em algumas regiões, estas criaturas magníficas e sensíveis têm tanto medo dos humanos que só saem à noite. Filhotes, em luto, recusam-se a deixar os corpos brutalizados de suas mães. E agora, 29 países africanos alertaram que, se a Europa continuar se esquivando, isso pode significar a extinção dos elefantes, pode ler-se no texto de apresentação da subscrição pública. No documento, que será entregue ao Comissário Europeu do Meio ambiente, Karmenu Vella, e aos ministros do ambiente europeus, é pedida a inclusão do elefante africano no anexo I da classificação da CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem ameaçadas de Extinção), o que daria aos animais o máximo de proteção jurídica. No passado dia 1 de julho, a Comissão Europeia anunciou a decisão de se opor a uma proibição global do comércio de marfim, argumentando, que em vez de uma inibição, o melhor seria encorajar os países com o número de elefantes em crescimento a gerirem de forma sustentável as suas populações.