O Dia Internacional para a abolição da Escravatura lembra-nos que apesar de séculos de lutas e esforços, a escravidão ainda não foi completamente erradicada do nosso mundo.
O Dia Internacional para a abolição da Escravatura lembra-nos que apesar de séculos de lutas e esforços, a escravidão ainda não foi completamente erradicada do nosso mundo. a 2 de Dezembro de 1949, a assembleia-geral das Nações Unidas (ONU) adoptou a Convenção para a Supressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição por Outros. Nesse dia, cada ano continua a ser comemorado o Dia Internacional para a abolição da Escravatura.
“ainda persistem muitas formas de escravatura, incluindo o trabalho forçado, o trabalho de crianças e a escravatura para fins religiosos ou rituais. O mundo também se debate com uma nova forma de escravatura: o tráfico de seres humanos. Muitas pessoas vulneráveis são abandonadas pelos sistemas legais e sociais num mundo de exploração e abusos”, pode ler-se na mensagem do secretário-geral da ONU, Kofi annan, para este dia.
aos estados é pedido uma total colaboração com os organismos da ONU que lidam com este assunto. O secretário-geral apela a um maior uso do documento “princípios e Instruções para os Direitos Humanos e o Tráfico de Seres Humanos”, preparado pelo alto Comissário para os Direitos Humanos. Este documento contém ferramentas práticas para estratégias efectivas contra este tipo de tráfego, a nível regional, nacional e internacional.
“Espero que, dentro de pouco tempo, todos os estados ratifiquem e implementem os instrumentos existentes relacionados com este esforço, de modo especial o Protocolo Para Prevenir, Suprimir e Punir o Tráfico de Pessoas, especialmente mulheres e crianças e a Convenção Contra o Crime Organizado Transnacional”, acrescentou Kofi annan.
Deste modo assegura-se que as pessoas que praticam, toleram ou facilitam a escravatura, ou práticas similares, sejam responsabilizadas a nível nacional ou internacional. ” a comunidade internacional também tem que fazer mais para combater a pobreza, a exclusão social, o analfabetismo, a ignorância e a discriminação, que aumentam a vulnerabilidade e são parte do contexto que permite a continuação deste drama”, concluiu o secretário-geral.

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