Missionários de sete nacionalidades trocam experiências e procuram novas estratégias de formação para o continente americano. O objetivo é reformular o documento elaborado em 2013, no encontro de Buenos aires, argentina
Missionários de sete nacionalidades trocam experiências e procuram novas estratégias de formação para o continente americano. O objetivo é reformular o documento elaborado em 2013, no encontro de Buenos aires, argentinaOs formadores do Instituto Missionário da Consolata (IMC) que trabalham no continente americano estão reunidos esta semana no Centro de Missão e Culturas de Bogotá, na Colômbia, para trocarem experiências formativas que estão em prática nos diversos países e atualizarem as linhas de formação para a missão ad gentes, traçadas no documento elaborado no anterior encontro, realizado em 2013, na capital da argentina. É um momento inspirador do processo formativo na américa, que se iniciou com o encontro de formadores, realizado em julho de 2013, onde se traçaram as atuais linhas de formação para o continente e para a missão “ad gentes”. Esse documento continua a ser inspirador, mas algumas realidades mudaram e é preciso recorrer às experiências já realizadas, para reorientá-las e atualizá-las, com vista ao Capítulo Geral do próximo ano, explicou o Superior Regional da Colômbia-Equador, padre armando Olaya. Para Francisco Lopez, formador do Seminário Teológico no Brasil, o importante neste encontro é que se encontrem caminhos para melhorar a formação, tendo presentes as exigências da missão e as opções missionárias do IMC na américa. É necessário formar para responder a estas opções, sem perder de vista a missão universal da Igreja. Esperamos delinear um projeto que nos ajude neste trabalho de formação, no continente e para o continente, sublinhou o sacerdote. O documento de Buenos aires, junto com o documento que sairá deste encontro, será o mapa-guia para os próximos passos da formação no continente. Que seja um documento dinâmico, que sirva de complemento às orientações formativas do Instituto, que continuam a ser uma inspiração, mas que devem ser revistas, readaptadas e reinventadas, tendo em conta a realidade em que vivemos, afirmou, por sua vez, o Conselheiro Geral do IMC e responsável pelo continente americano, padre Salvador Medina.