a missão no Sudão do Sul relatou que o cessar-fogo no país parece estar, «em grande parte, seguro, travando tiroteios esporádicos». agência de refugiados da ONU exortou os países a manterem as suas fronteiras abertas para acolher sul-sudaneses
a missão no Sudão do Sul relatou que o cessar-fogo no país parece estar, «em grande parte, seguro, travando tiroteios esporádicos». agência de refugiados da ONU exortou os países a manterem as suas fronteiras abertas para acolher sul-sudanesesas pessoas que fogem das tensões em Juba, capital do Sudão do Sul, devem ser acolhidas pelos países vizinhos. a situação no país está a deteriorar-se rapidamente, avisam as Nações Unidas, apesar do cessar-fogo anunciado parecer estar a ter um sucesso relativo. De acordo com um porta-voz da ONU, a missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) congratulou-se com o cessar-fogo anunciado [pelo presidente Salva Kiir e aprovado pelo primeiro vice-presidente Riek Machar] na segunda-feira, 11 de julho. a responsável da missão, Ellen Margrethe Løj, instou veementemente todas as partes a aderirem ao cessar-fogo e pediu aos líderes do Sudão do Sul para garantirem a ordem, transmitindo através das cadeias de comando de todas as forças de segurança para que os soldados regressem aos seus quartéis. O cessar-fogo acontece dias depois de confrontos entre soldados do Exército Popular de Libertação do Sudão (SPLa) e a oposição, ao redor de Juba. O gabinete de direitos humanos da ONU disse que, desde quinta-feira, 7 de julho de acordo com dados do governo, pelo menos 272 pessoas foram mortas, incluindo 33 civis.