Os países da África Ocidental e do Sahel devem expandir as suas capacidades de recolha de informações para combater as ameaças de extremistas, como os decorrentes da Boko Haram, sinalizou o responsável da operação das Nações Unidas para a região
Os países da África Ocidental e do Sahel devem expandir as suas capacidades de recolha de informações para combater as ameaças de extremistas, como os decorrentes da Boko Haram, sinalizou o responsável da operação das Nações Unidas para a regiãoÉ verdade que foi o desespero da perceção de falta de oportunidades, justiça e esperança de que contribuiu para a criação de um clima condutor para surgimento de movimentos extremistas, apontou Mohamed Ibn Chambas, representante especial do secretário-geral das Nações Unidas e responsável do gabinete da ONU para a África Ocidental e Sahel (UNOWaS), no seu relatório ao Conselho de Segurança. Mohamed Ibn Chambas disse que os movimentos extremistas, como os que atuam no norte do Mali e no nordeste da Nigéria, ameaçam desestabilizar a África Ocidental e a região do Sahel, bem como toda a área da bacia do lago do Chade. Do outro lado do Sahel, há 4,5 milhões de pessoas que estão deslocadas e seis milhões que vivem com necessidade de assistência alimentar de emergência, explicou o representante especial. além disso milhões não podem cultivar as suas terras e milhões de crianças não recebem a educação de que necessitam para um futuro melhor.