Uma conferência e uma exposição na cidade de Leiria lançam «um olhar sobre as crianças refugiadas», através da arte e do contributo de vários especialistas
Uma conferência e uma exposição na cidade de Leiria lançam «um olhar sobre as crianças refugiadas», através da arte e do contributo de vários especialistasO drama das crianças refugiadas está em foco na cidade de Leiria com uma conferência e uma exposição. O objetivo é contribuir para o debate e despertar consciências para o problema. Sob o nome Uma criança é uma criança em qualquer parte do mundo – um olhar sobre as crianças refugiadas: sentir, pensar, agir, a conferência está marcada para a próxima quarta-feira, 25 de maio, e terá lugar no auditório 1, do Edifício B, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), a partir das 15h30.

ao longo da tarde, os participantes vão ter oportunidade para assistir ao visionamento do documentário Testemunhos de meninos sírios refugiados no Líbano, e a um excerto da peça de teatro Vento Leste. Entre os oradores encontram-se ana Cancela, do Movimento Solidariedade sem Fronteiras, ana Maria Filipe, do Instituto de apoio à Criança, e Elisabete Maisão, autora da exposição fotográfica Cartas para refugiados.

Durante a conferência, com entrada livre, também serão abordados Os direitos das crianças em qualquer parte do mundo, assim como O papel dos Estados e da sociedade civil na proteção das crianças refugiadas.

Sobre o mesmo tema, está neste momento a decorrer a exposição Ilustrações sobre a realidade das crianças refugiadas. a mostra é da autoria de Sofia Lança Zambujo, e apresenta obras ilustradas por afirmações de crianças de várias escolas de Portugal. É possível visitar a exposição até quarta-feira nos átrios da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) e nos átrios dos urbanística a, B e D da ESTG.

Esta iniciativa é organizada pela ESTG e pela ESECS, do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), e também pelas associações Meninos do Mundo, Vida activa, InterMEDIaR – associação de Mediadores [de conflitos] do Oeste e pela Rede Europeia anti-Pobreza (EaPN).