a União das Misericórdias organiza um debate sobre o acolhimento de crianças e jovens em perigo, com o apoio de vários especialistas no tema
a União das Misericórdias organiza um debate sobre o acolhimento de crianças e jovens em perigo, com o apoio de vários especialistas no tema a situação de risco em que vivem muitas crianças e jovens vai estar em foco em Fátima, na terça-feira, 10 de maio, durante a segunda edição das Jornadas Técnicas das Respostas Sociais da Infância e da Juventude em Perigo. a iniciativa terá lugar no Centro João Paulo II e é organizada pela União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
O evento é uma ocasião para debater e alertar para as principais preocupações na área da infância e juventude. Segundo Carlos andrade, vice-presidente da UMP, as respostas dirigidas a esta população acolhem grupos que não correspondem à temática tradicional. atualmente, a maior parte dos utentes tem entre 14 e 18 anos. Por isso, a legislação deve ser capaz de acompanhar a realidade porque as estratégias para dar resposta a este grupo etário têm de ser diferentes.
além da faixa etária elevada, são cada vez mais significativos os casos de comportamentos disruptivos variados e de debilidades e doenças mentais entre os jovens acolhidos em lares de infância e juventude e centros de acolhimento temporários, que devem ser considerados na resposta social a dar.
as jornadas vão contar com a presença de vários especialistas na área. Caberá a ana antunes, Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, presidir à sessão de abertura. Durante o encontro serão ainda apresentados projetos inovadores desenvolvidos por algumas Santas Casas da Misericórdia.