O governo da república do Congo, com o apoio das agências das Nações Unidas, implementou um plano nacional para reduzir a morte materna durante o parto, ou devido a complicações daí­ derivadas.
O governo da república do Congo, com o apoio das agências das Nações Unidas, implementou um plano nacional para reduzir a morte materna durante o parto, ou devido a complicações daí­ derivadas. Este programa foi lançado na sexta-feira, 18 de Novembro, marcando o primeiro dia nacional contra a mortalidade materna. Numa entrevista radial, Richard Dacham-Ngatchou, representante do fundo para a população das Nações Unidas (ONU) no país, disse: Em nome da ONU, aceitamos o compromisso de apoiar a equipa técnica que vai preparar o plano nacional. Daremos a esta equipa todos os meios para que os objectivos possam ser atingidos o mais rapidamente possível.
além do fundo para a população da ONU, também se uniram ao projecto a Organização Mundial da Saúde e e o fundo para as crianças da ONU (Unicef).
O dia nacional contra a mortalidade materna foi organizado pelo governo com o apoio da ONU. Cerca de 250 especialistas e agentes responsáveis da saúde reprodutiva – alguns de Benín, dos Camarões e da República do Congo – estiveram presentes na cerimónia deste dia. Foram assim lançadas as bases do plano nacional de luta contra a mortalidade materna e infantil.
De acordo com os números da ONU, a República do Congo é um dos países com a taxa de mortalidade materna mais elevada, cerca de 1. 100 mulheres morrem por cada 100 mil trabalhos de parto. Muitos dos centros de saúde do país não oferecem serviços de emergência de qualidade.
Dackam-Ngatchou disse que essas mortes podem ser evitadas. Uma mulher que tem complicações deve ser tratada a tempo. Uma jovem mulher deve ser educada para evitar uma gravidez prematura. Uma mulher deve poder dirigir-se a um centro de saúde de modo a elaborar um plano de controlo de natalidade sem temer represálias familiares.
E acrescentou: O centro deve estar próximo da mulher para que ela possa aceder aos seus serviços em caso de emergência. a lei acerca da saúde reprodutiva deve ser divulgada, popularizada e aplicada com consciência.

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