a data em que se assinala o Dia do Trabalhador deve ser também uma ocasião para lembrar aqueles que não conseguem ter um emprego, uma vez que são «quem mais carece de dignidade», defende o líder da associação Cristã de Empresários e Gestores Cristãos
a data em que se assinala o Dia do Trabalhador deve ser também uma ocasião para lembrar aqueles que não conseguem ter um emprego, uma vez que são «quem mais carece de dignidade», defende o líder da associação Cristã de Empresários e Gestores Cristãosas celebrações do 1. º de maio devem recordar quem está desempregado e centrar-se mais no valor do trabalho, considera João Pedro Tavares, presidente da associação Cristã de Empresários e Gestores Cristãos (aCEGE). Creio que deveria ser dia do trabalhador, mas também dia do trabalho, disse o responsável, em declarações à agência Ecclesia. Um dos desafios que teríamos para o dia 1. º de maio seria tratar do trabalho e da dignidade do trabalho e não tanto do trabalhador. Sem esquecer que o trabalhador não é aquele que tem emprego, disse João Pedro Tavares. Para o presidente da aCEGE, os desempregados são quem mais carece de dignidade. Por outro lado, João Pedro Tavares elogia o esforço de sensibilização que tem sido feito para levar empregadores e instituições públicas a pagar a horas, o que pode levar à criação de 120 mil empregos e representa praticamente três mil milhões de euros que são injetados na economia.