Os professores do ensino primário e secundário voltaram ao trabalho esta semana em Brazzaville e noutras partes da República do Congo (RC), depois de uma greve que durou mais de seis semanas.
Os professores do ensino primário e secundário voltaram ao trabalho esta semana em Brazzaville e noutras partes da República do Congo (RC), depois de uma greve que durou mais de seis semanas. Estávamos cansados de estar em casa, disse, à agência IRIN, Sébastien ambala, director do liceu Thomas Sankara, uma escola secundária de Brazzaville.
Uma associação de professores pediu aos seus membros que voltassem ao trabalho a8 de Novembro, estavam em greve desde3 de Outubro, data de início do ano lectivo. Os representantes do sindicato negociaram um acordo com os ministros da educação e as comissões da educação das duas casas do parlamento.
O presidente Denis Sassou-Nguesso deu ordens ao governo para aceitar as exigências dos professores. Estas incluem o desbloqueamento dos fundos para a educação previstos no orçamento de 2006; a aplicação do decreto de 1991 sobre a educação; e a criação de uma comissão para a integração voluntária dos professores no serviço público.
aministra do ensino primário e secundário, Rosalie Kama Niamayoua, disse que cessando a greve, os professores mostram estar prontos para continuar as negociações com o governo.

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