a maior conferência internacional sobre a malária alguma vez organizada está a decorrer, de 13 a 18 de Novembro, nos Camarões.
a maior conferência internacional sobre a malária alguma vez organizada está a decorrer, de 13 a 18 de Novembro, nos Camarões. Mais de dois mil investigadores, trabalhadores da área da saúde e políticos reuniram-se para discutir as últimas descobertas cientificas sobre a doença. Quatro em cada cinco delegados são africanos. Mais deum milhão e meio de pessoas morre cada ano devido à malaria, 90 por cento destas mortes ocorrem no continente africano.
Muitos especialistas vêma apresentação denovas estratégias contra uma velha doença como um objectivo ambicioso e inatingível. No entanto, sente-se um clima de determinação e excitação na Iniciativa Multilateral sobre a Malária, uma conferência pan-africana. Nos número de participantesjá é uma conferência sem precedentes. Muitos dos delegados africanos contaram com opatrocínio da indústria privada, da União Europeia e das Nações Unidas, sem o qual não teriam podido participar.
O impacto económico da malária é enorme. Calcula-se que adoença custe ao continente africano mais de mil milhões de euros em percas de produção, mas poderia ser controlada por uma fracção dessa quantia de dinheiro.
Durante esta conferência vão ser apresentados os últimos avanços Círculo. Mas, se esta conferência não desafiar o modo de pensar corrente, lutando contra a complacência e aplicando as decisões tomadas, então os mais vulneráveis vão continuar a morrer.

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