Carlos Cabecinhas convidou os sacerdotes que presidem à recitação do terço na Cova da Iria a evitar sempre que possível «o automatismo» e a adequar as suas reflexões ao dia a dia da população
Carlos Cabecinhas convidou os sacerdotes que presidem à recitação do terço na Cova da Iria a evitar sempre que possível «o automatismo» e a adequar as suas reflexões ao dia a dia da populaçãoO reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, pediu aos sacerdotes que presidem e animam todos os dias a recitação do terço na Capelinha das aparições, às 18h30, que adequem as meditações à realidade quotidiana. O pedido foi feito durante uma reunião que decorreu na última terça feira, 5 de janeiro, na Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo, e na qual participaram cerca de duas dezenas de sacerdotes, assim como responsáveis dos órgãos de comunicação social. Carlos Cabecinhas destacou a importância e a abrangência da recitação do terço na transmissão da fé. É um momento de oração seguido por muito gente () e, por isso, constitui um desafio para redobrarmos os cuidados de linguagem e de rigor teológico disse, adiantando que os conteúdos das reflexões devem ser apelativos e transmitirem a verdade da fé adequadamente, evitando sempre que possível o automatismo. Todos temos consciência de que este momento tem um impacto enorme porque são várias as pessoas, em todo o mundo, que seguem o terço a partir daqui e que aprendem a rezar assim, realçou o sacerdote. O reitor do Santuário aproveitou o encontro para fornecer orientações para o ano pastoral que agora se inicia, fortemente inspirado na aparição de setembro.