Uma aparente calma regressou a addis ababa, capital da Etiópia, agora que as empresas e condutores de táxis voltaram ao trabalho, apesar dos apelos da oposição para continuar a greve.
Uma aparente calma regressou a addis ababa, capital da Etiópia, agora que as empresas e condutores de táxis voltaram ao trabalho, apesar dos apelos da oposição para continuar a greve. a greve paralisou a cidade durante a última semana. O ministro da informação fez um apelo a todos para que voltassem ao trabalho afirmando que tinha sido restabelecida a calma na cidade.
agora que a paz e a estabilidade foram restauradas na cidade não há razão para as pessoas, especialmente os condutores dos táxis, voltem ao trabalho, disse. O governo anunciou que vai tomar medidas se as pessoas não quiserem voltar ao trabalho. O governo é responsável ante os cidadãos de assegurar que os serviços são prestados, especialmente o transporte.
alguns comerciantes dizem que a polícia os mandou abrir a loja. Também os taxistas receberam ordens das autoridades municipais para voltar a trabalhar, mas só metade deles voltaram às ruas da capital. O país estava sob forte pressão internacional para resolver a crise.
O primeiro-ministro Meles Zenawi teve que dialogar com a oposição e libertar centenas de pessoas que foram detidas durante a semana de protestos, disse um diplomata ocidental à agência IRIN.
Também o Comité para Proteger os Jornalistas (CPJ) também enviou uma carta a Meles pedindo que ponha termo à perseguição feita aos jornalistas e editores locais. O CPJ está profundamente preocupado pelo abuso e censura que o seu governo faz aos jornalistas, escreveu ann Cooper, director executiva do CPJ numa carta aberta.
a administração de addis ababa decidiu que os donos de táxis que não se sintam preparados para voltar ao serviço devem entregar as suas cartas de condução, matrículas e documentos de propriedade às autoridades.
Na passada segunda-feira a polícia federal anunciou na televisão estatal que 32 pessoas, incluindo editores de jornais, membros da sociedade civil e membros da oposição são procurados por ajudar a organizar a violência que se seguiu às eleições. Fotografias destes homens e mulheres foram mostradas no programa de televisão, pedindo a ajuda do público para encontrá-los.

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