Nas últimas semanas foram atingidas 12 unidades de saúde, em vários pontos do país. Pelo menos 35 pessoas morreram, entre pacientes e pessoal médico, e seis hospitais tiveram que fechar
Nas últimas semanas foram atingidas 12 unidades de saúde, em vários pontos do país. Pelo menos 35 pessoas morreram, entre pacientes e pessoal médico, e seis hospitais tiveram que fechar a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) denunciou esta quinta-feira, 29 de outubro, um aumento significativo e recente dos ataques aéreos contra hospitais sírios, que já provocaram pelo menos 35 mortos e mais de 70 feridos. Entre as vítimas estão pacientes e pessoal médico. Sem identificar os autores dos ataques, a organização refere que desde finais de setembro já foram bombardeados 12 hospitais nas províncias de Idleb, aleppo e Hama. Seis hospitais tiveram que fechar e quatro ambulâncias ficaram destruídas, afirmam os responsáveis da MSF, em comunicado. No documento, é ainda mencionado que os serviços de emergência, maternidade, pediatria e cuidados básicos estão seriamente prejudicados nas zonas bombardeadas, e que dezenas de milhares de pessoas tiveram que fugir dos seus lares, devido aos ataques aéreos. após quatro anos de guerra, sigo atónito ao ver como o direito internacional humanitário pode ser tão facilmente violado por todas as partes neste conflito, lamentou Sylvain Groulx, chefe da MSF para a Síria, em declarações às agências internacionais.