O antigo chefe do ministério da defesa do Ruanda, coronel Theoneste Bagosora, e alegado organizador do genocídio de 1994 começou a prestar testemunho no tribunal internacional em arusha, Tanzânia.
O antigo chefe do ministério da defesa do Ruanda, coronel Theoneste Bagosora, e alegado organizador do genocídio de 1994 começou a prestar testemunho no tribunal internacional em arusha, Tanzânia. O coronel, de 64 anos, negou estar por detrás da organização dos assassínios no Ruanda. Mais de 900 mil membros da etnia Tutsie e moderados da etnia Hutu perderam a vida. a acusação de que eu sou responsável pela organização das mortes é maliciosa, disse Bagosora perante um tribunal completamente.
O conselho de segurança das Nações Unidas estabeleceu o tribunal no final de 1994 para julgar os principais suspeitos do genocídio do Ruanda que aconteceu entre abril e Julho de 1994. De acordo com declarações de Raphael Constant, principal advogado de defesa de Bagosora, este testemunho deve continuar durante as próximas duas semanas.
O coronel é julgado com o antigo chefe de operações militares do exército ruandês, Big Gratien Kabiligi; o antigo comandante da região militar de Gisenyi, tenente-coronel anatole Ngengiyumva; e um antigo comandante do Batalhão de comandos Kanombe, major aloys Ntabakuze. Os quatro negaram as acusações de genocídio e de crimes contra a humanidade.
Estão em progresso os julgamentos de 25 outros suspeitos. Já foram dadas 25 sentenças, em três casos os suspeitos julgados foram ilibados.

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