Para um país que acabou de sair de uma das mais sangrentas guerras civis do continente africano, a Libéria teve uma campanha eleitoral pacífica em preparação das eleições presidenciais e legislativas.
Para um país que acabou de sair de uma das mais sangrentas guerras civis do continente africano, a Libéria teve uma campanha eleitoral pacífica em preparação das eleições presidenciais e legislativas. No último dia de campanha os partidos políticos partilharam os espaços da capital do país, Monróvia, sem sérios incidentes. Nos pequenos confrontos entre partidos rivais estes limitaram-se a gritar os seus lemas uns aos outros. as eleições decorrem hoje, 11 de Outubro.
Os observadores internacionais, incluindo o antigo presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, e o antigo presidente do Benin, Nicephore Soglo, estão em Monróvia. O Centro Cárter está envolvido, desde 1991, no processo de paz da Libéria. Opresidente Houphouet Boigny, da Costa do Marfim, que então presidia às negociações, pediu a intervenção de Carter. O presidente Soglo, enquanto presidia a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, negociou o acordo de paz de Cotonou, que levou à formação do primeiro governo transitório em 1993, a que se seguiram outros quatro.
O presidente da Nigéria e líder da União africana Olusegun Obasanjo na passada sexta-feira encontrou-se com os líderes dos partidos, e recordou-lhes queos liberianostêm agoraa última oportunidade para fazer uma transição pacífica.

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