alguns libaneses tornaram-se tão pobres que decidiram ir viver para os campos de refugiados no Líbano, já a abarrotar com mais de 400 mil palestinianos.
alguns libaneses tornaram-se tão pobres que decidiram ir viver para os campos de refugiados no Líbano, já a abarrotar com mais de 400 mil palestinianos. aí pelo menos têm acesso gratuito à educação e podem usufruir de educação grátis, serviços de saúde e água potável dada pelas Nações Unidas para os residentes oficiais dos campos. a falta de lei e organização nestes campos de refugiados também favorece estas pessoas de fracos recursos. Ligações eléctricas clandestina significam corrente e luz gratuitas e as farmácias locais vendem medicamentos do mercado negro a preços muito baixos.
O campo de refugiados Beddawi, em Tripoli, uma cidade costeira a 80 quilómetros de Beirute, tem 150 famílias libanesas instaladas, que chegaram nos últimos anos, e muitas outras estão para chegar, disse, à agência de notícias IRIN, Khalil al-Jindawi, membro do movimento palestiniano Fatah, que ajuda a orientar o campo.
Os libaneses sentem que estão a ser prejudicados e os seus trabalhos estão a ser tomados por sírios e palestinianos, que aceitam trabalhar por menos dinheiro, mas que usufruem de ajudas para saúde e educação.
a agência das Nações Unidas que dá apoio aos refugiados palestinianos dá educação e cuidados de saúde gratuitos a todos os refugiados palestinianos no Líbano. Por seu lado os sírios usufruem de escolas e hospitais pagos pelo governo sírio no outro lado da fronteira, que está muito próxima.
Esta situação está a alimentar ressentimentos de ambas as partes.

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