a operação de ajuda à aldeia guatemalteca devastada por um deslizamento de terra que matou mais de mil pessoas. Residentes da zona queixaram-se da lenta resposta que o governo deu à tragédia.
a operação de ajuda à aldeia guatemalteca devastada por um deslizamento de terra que matou mais de mil pessoas. Residentes da zona queixaram-se da lenta resposta que o governo deu à tragédia. Camponeses das aldeias vizinhas trouxeram roupa para as vítimas, viajando nas suas canoas a remos através do lago atitlan para Panajab. a aldeia foi soterrada por um manto de lama, rochas e árvores que deslizaram depois das violentas chuvas provocadas pelo furacão Stan.
Bombeiros espanhóis chegaram para procurar corpos, nalgumas zonas a lama e pedras alcançam mais de 12 metros. Soldados guatemaltecos trouxeram um tanque com água. Mas a ajuda do governo foi pouca e lenta, dizem as autoridades locais. Estavam descontentes com o presidente Óscar Berger, que só visitou a aldeia quatro dias depois da tragédia.
as chuvas do furacão Stan provocaram o deslizamento de terra, que inutilizou as estradas, impedindo o acesso das equipas de salvamento durante dois dias. Nenhum membro das autoridades centrais do país visitou o local e o presidente da câmara, Diego Esquina, disse que o racismo contra a população maia pode ser a causa.
É como se estivessem a enviar a mensagem de que as coisas são assim porque somos indígenas. Essa é a questão. Muita da minha gente está a dizer que o problema é sermos indígenas, disse Esquina.

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