O chefe de estado da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, deve ficar no poder mesmo não realizando as eleições a 30 de Outubro, como inicialmente programadas.
O chefe de estado da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, deve ficar no poder mesmo não realizando as eleições a 30 de Outubro, como inicialmente programadas. Esta foi a posição assumida no Conselho para a Paz e Segurança da União africana (Ua), que está a decorrer em addis abeba, capital da Etiópia. a imprensa local afirma que a cimeira começou depois de difíceis negociações num esforço para ajudar na crise da Costa do Marfim.
Os principais líderes do continente africano estavam presentes, incluindo os presidentes da África do Sul, da Nigéria e do Sudão, mas não esteve presente o mais directamente envolvido Gbagbo. abandonou o encontro dizendo que os vizinhos querem interferir.
O complexo dossier Costa do Marfim também faz uma avaliação do papel de mediação desempenhado pelo presidente sul-africano Thabo Mbeki. Os rebeldes marfinenses, protagonistas de uma guerra civil desde 2002 e que controlam o centro e norte do país, acusam-no de estar muito próximo de Gbagbo. Possibilidade rejeitada pelo próprio Gbagbo, que acredita na existência de interesses por parte das nações vizinhas.
Os delegados dos 15 países africanos que constituem o Conselhos para a Paz e a Segurança da U a têm agora que encontrar uma saída que ofereça uma solução temporária que agrade ao governo, rebeldes e oposição enquanto a data das eleições para um novo chefe de estado é decidida.

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