O exército israelita tem que deixar de usar civis palestinianos como “escudos humanos” em operações contra suspeitos paramilitares palestinianos, legislou o Supremo Tribunal israelita.
O exército israelita tem que deixar de usar civis palestinianos como “escudos humanos” em operações contra suspeitos paramilitares palestinianos, legislou o Supremo Tribunal israelita. Grupos de direitos humanos israelitas e palestinianoshá muito que pressionavam para esta legislação. O tribunal decidiu agora que esta prática não respeita a lei internacional. O exército não tem o direito de usar civis como escudos humanos É cruel e barbárico, pode ler-se na sentença dada pelo juiz aharon Barak.
as tropas israelitas que conduziam operações contra militantes procurados usavam civis palestinianos para bater à porta e até entrar nas casas dos suspeitos. Em muitos casos esta prática resultou no ferimento ou morte dos escudos humanos. as autoridades militares recusaram comentar a decisão do tribunal.
Grupos de direitos humanos dizem que o exército, seguindo a lei anterior, podia usar civis nas suas operações desde que estes actuassem de livre vontade, prometendo que não estariam em perigo.
Preocupa-me que quando uma unidade militar chega durante a noite ninguém recusa cooperar devido ao medo, escreveu Barak. Noventa e nove por cento das vezes não é uma decisão livre.

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