Estrangeiros mortos na fronteira, pessoas que procuram asilo detidas em contentores, romenos obrigados a abandonar as suas casas em atenas. Estas são algumas das acusações da amnistia Internacional.
Estrangeiros mortos na fronteira, pessoas que procuram asilo detidas em contentores, romenos obrigados a abandonar as suas casas em atenas. Estas são algumas das acusações da amnistia Internacional. O relatório Longe da ribalta: os direitos dos estrangeiros e das minorias ainda são uma zona cinzenta da amnistia Internacional (aI) mostra as falhas da administração grega no combate contra a discriminação.
as pessoas que vivem à margem da sociedade – pessoas que procuram asilo, romenos e membros de outras minorias – são as principais vítimas desta discriminação em todas as suas formas. Muitas vezes, os seus atormentadores são representantes do estado, disse Olga Demetriou, investigadora da aI.
O relatório dá especial importância ao facto das autoridades desrespeitarem os direitos humanos internacionais e as leis quanto a pessoas que procuram asilo, a detenção de imigrantes e a protecção contra a discriminação e os maus-tratos.
Milhares de pessoas da albânia, do afeganistão, do Iraque, do Paquistão e outras partes vêm para a Grécia em busca de refúgio. alguns são recebidos a tiro e mortos na fronteira, outros são acusados de entrada ilegal’ e imediatamente detidos sem poder pedir protecção como refugiados. as condições de detenção em algumas áreas do país não respeitam a lei internacional, disse Olga Dimitriou.

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