Mediadores da União africana e delegados concordaram na segunda-feira que o diálogo de paz deve continuar, apesar da crescente onda de violência na região e da desunião que mostram os rebeldes.
Mediadores da União africana e delegados concordaram na segunda-feira que o diálogo de paz deve continuar, apesar da crescente onda de violência na região e da desunião que mostram os rebeldes. a morte de, pelo menos, 32 pessoas em Darfur nas últimas duas semanas e as ameaças de boicote por uma facção do Exército/Movimento de Libertação do Sudão (E/MLS), o maior dos dois grupos rebeldes, despertou o medo de que a sexta volta de conversações estaria ameaçada.
O chefe dos mediadores da União africana (Ua), Salim ahmed Salim, disse aos delegados, no primeiro encontro cara-a-cara desde que recomeçaram os diálogos a 15 de Setembro na capital da Nigéria, que todos os esforços seriam feitos para pôr fim ao conflito com o E/MLS. Os esforços vão continuar assim como as tarefas que nos trouxeram a abuja. Isto significa que as conversações e negociações vão continuar com redobrado esforço.
Salim, que fez um apelo ao governo e às forças rebeldes para respeitar os acordos de cessar-fogo, disse que na segunda começaram negociações quanto à partilha do poder, na próxima semana vai discutir a divisão da riqueza e a 15 de Outubro a questão da segurança.

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