Os países islâmicos pressionam para a instauração de um mercado comum como forma de impulsionar o comércio e o desenvolvimento.
Os países islâmicos pressionam para a instauração de um mercado comum como forma de impulsionar o comércio e o desenvolvimento. a proposta foi feita no final do Fórum Económico do Mundo Islâmico, uma reunião de três dias montada pela Organização da Conferência Islâmica (OCI). O fórum, que decorreuna capital da Malásia,Kuala Lumpur, chegou à conclusão de que a OCI pode ter peso no cenário económico internacional se for assinado um tratado de livre comércio islâmico.
Presentemente, os países da OCI representam apenas cinco por cento da economia mundial. O comércio total entre os países da OCI não é mais que sete por cento do comércio global.
O actual presidente da OCI, o primeiro-ministro da Malásia abdullah ahmad Badawi, disse ao fórum que os mais de 1 500 milhões de muçulmanos podem formar um enorme mercado de consumo islâmico. Mas até agora poucos membros da organização puderam atrair investimento estrangeiro directo, a não ser de países ricos do grupo como a Malásia e a arábia Saudita.
abdullah disse que as nações muçulmanas têm que explorar e identificar meios novos e inovadores para fortalecer a cooperação e romper com a excessiva burocracia.
O fórum juntou mais de 500 delegados de 44 países com o objectivo de criar o equivalente islâmico do Fórum Económico Mundial, que todos os anos se reúne na Suiça.

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