Repetem-se as vagas de imigrantes da África subsariana que tomam de assalto as fronteiras de Melilha e Ceuta. Durante o mês de Setembro acentuaram-se estas tentativas com grupos de até 500 imigrantes.
Repetem-se as vagas de imigrantes da África subsariana que tomam de assalto as fronteiras de Melilha e Ceuta. Durante o mês de Setembro acentuaram-se estas tentativas com grupos de até 500 imigrantes. Estes podem esperar meses escondidos em território marroquino, nos bosques que rodeiam Ceuta e Melilha, que são as duas únicas cidades espanholas em território africano. agrupam-se de acordo com os países de origem e espero pelo momento em que constituam um grupo numeroso.
Enquanto esperam, constroem escadas artesanais, com madeira que encontram no bosque, para poder superar uma altura de três a seis metros. Quando consideram que chegou o momento adequado, ou a polícia e militares marroquinos exercem mais pressão, lançam-se sobre a fronteira. Para alcançar o território espanhol têm que ultrapassar a barreira militar marroquina, a vedação dupla de arame farpado da fronteira e também os militares e polícia espanhóis.
Durante o último mês registaram-se cinco mortes em circunstâncias duvidosas e várias denúncias de violência, maus-tratos e até disparos. No entanto, as autoridades espanholas negam qualquer abuso por parte das autoridades ou o uso de armas de fogo contra os que tentam violar a fronteira.
Os que conseguem chegar a território espanhol e são detidos amontoando-se num acampamento. a sua expulsão é muito difícil pois nem sempre é fácil averiguar o país de origem de cada um deles. O governo espanhol tenta aliviar a aglomeração enviando grupos a outros centros de detenção na península.
Os governos de Espanha e Marrocos estão em conversações procurando uma solução a longo prazo para este problema.

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