a visita marca o arranque desta iniciativa inédita que irá estender-se a outras instituições de solidariedade social da região.
a visita marca o arranque desta iniciativa inédita que irá estender-se a outras instituições de solidariedade social da região. Gostei do chá, dos bolinhos, da música, da bailarina, confessou Elisabete Lopes, no final da visita que realizou, com mais seis utentes do Centro de Deficientes Profundos João Paulo II, ao Palácio de almanzor, a convite de Sofia Pocinho, proprietária do conhecido salão de chá do oriente.
Nós queremos dar a conhecer esta casa a estas pessoas que não podem ser discriminadas. Temos que as fazer sentir igual a nós. Porque não convidá-las, já que elas por iniciativa própria não vêm, defendeu a responsável, para logo depois sublinhar que o deficiente é completamente esquecido pela sociedade. Há cinco anos atrás corri o risco de ficar numa cadeira de rodas e já senti toda aquela discriminação, confessou.
Esta visita marca o arranque de uma iniciativa que Sofia Pocinhopretende estender a outras instituições de solidariedade social ou lares de idosos da região. Previsto está também novas idasdos utentes do centro de deficientes profundos àquele espaço, revelou Sofia Pocinho. O João Paulo II não tem estrutura para trazer grupos maiores, seria óptimo ter aqui vinte ou trinta pessoas.
a Ju (técnica da instituição) fez uma selecção de todos os utentes que podiam usufruir deste espaço e decidimos então trazer grupinhos de sete de cada vez, mas as nossas portas estão completamente abertas a grupos de 20, 30, 40 ou 50 pessoas, rematou.

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