Os cidadãos turquemenistaneses continuam a ver negado o seu direito à liberdade religiosa, apesar da constante pressão internacional.
Os cidadãos turquemenistaneses continuam a ver negado o seu direito à liberdade religiosa, apesar da constante pressão internacional.
O governo do Turquemenistão continua a recusar aos seus habitantes a liberdade de praticar a sua fé, afirma Félix Corley, membro de uma agência que observa a liberdade religiosa nas antigas repúblicas soviéticas e na Europa oriental.
O comentário surge depois de uma coligação de 10 organizações dos direitos humanos ter pedido a Washington que considere a antiga União Soviética um país de cuidado especial devido às violações da liberdade religiosa.
Descrevendo o governo turquemenistanês, presidido por Saparmurat Niyazov, como um dos mais fechados e brutais do mundo, os activistas da coligação acusaram-no de perseguir as minorias religiosas, tais como as testemunhas de Jeová e os baptistas, enviando polícias para encontros religiosos, aplicando detenções arbitrárias e abusos físicos. a comunidade muçulmana é fortemente controlada e a Igreja Ortodoxa russa viu-lhe negado o registo de religião, por recusar tornar-se independente da diocese da Ásia Central que tem a sua sede na capital do Uzbequistão.
Nenhuma comunidade religiosa pode imprimir, publicar ou importar literatura religiosa, disse Coley, acrescentando que ainda se espera uma explicação governamental para o facto de vários lugares de culto terem sido arrasados ou confiscados nos últimos anos, sem qualquer compensação ou justificação.
apesar do teor deste relatório, crê-se que a decisão de Washington terá em conta as necessidades de segurança dos norte-americanos e a estabilidade na Ásia Central.
Em Julho passado, o governo do presidente do Uzbequistão, Islam Karimov, anteriormente um forte aliado dos Estados Unidos, ordenou a Washington o encerramento da sua base militar no sul do país, extremamente importante do ponto de vista das acções militares e humanitárias no afeganistão.
Uma visita do general John abizaid, comandante militar americano, ao Turquemenistão em agosto já deixou no ar a possibilidade do interesse norte-americano sobre este país da Ásia Central.

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