as urnas abriram na manhã de 29 de Setembro para a renovação do Parlamento da Somalilândia, região do nordeste da Somália que proclamou a sua autonomia em 1991.
as urnas abriram na manhã de 29 de Setembro para a renovação do Parlamento da Somalilândia, região do nordeste da Somália que proclamou a sua autonomia em 1991. a proclamação da autonomia foi feita poucos meses depois da queda de Siad Barre, o presidente socialista da Somália de 1969 a 1991, evitando assim o caos e a anarquia que marcaram o resto do país.
Uns 246 candidatos, incluindo cinco mulheres, competem pelos 82 lugares do parlamente. São 800 mil eleitores numa população de mais de três milhões. Estas eleições, na realidade, representam um apelo ao reconhecimento internacional da soberania desta nação, até agora rejeitada.
Estas são as terceiras eleições desde a introdução do sistema multipartidário no ano 2000, e as primeiras para eleger os membros do parlamento, anteriormente escolhidos pelos clãs através de um processo de consulta. Os três principais partidos têm em comum o apelo ao reconhecimento internacional.
apesar de não ser reconhecida, a independência até agora manteve a região fora dos conflitos entre senhores da guerra que devastaram o resto da Somália.
a comissão eleitoral local referiu que as eleições de hoje contam com a presença de uma centena de observadores da África do Sul e da União Europeia. Espera-se que os resultados sejam divulgados durante a próxima semana.

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