a Grã-bretanha anunciou na quarta-feira, 14 de Setembro, que já não considera que os dois grupos paramilitares protestantes estejam a respeitar o cessar-fogo, depois das últimas violentas manifestações.
a Grã-bretanha anunciou na quarta-feira, 14 de Setembro, que já não considera que os dois grupos paramilitares protestantes estejam a respeitar o cessar-fogo, depois das últimas violentas manifestações. a acção é simbólica, mas as autoridades dizem que é um claro sinal para os extremistas de que a violência, que lentamente emerge das três décadas de violência em que 3. 600 pessoas perderam a vida, não será tolerada.
Massas de manifestantes lançaram cocktails molotv, queimaram carros e dispararam contra um polícia no que foi descrito como os piores confrontos na província em anos.
a tensão foi aumentando desde que o governo britânico começou a reduzir as suas forças de segurança depois do compromisso do Exército Republicano Irlandês (IRa) para desarmar-se. Os conflitos internos entre os grupos paramilitares protestantes, que apoiavam o governo britânico, também conduziram à violência.
Sinn Fein, principal partido católico e aliado político do IRa, vai encontrar-se a 14 de Setembro com o secretário de estado Peter Hai, como forma de pressão para que o governo restaure a calma e a ordem.
O processo de paz e desarmamento continua mas uma vez mais aparecem dificuldades. as feridas ainda são profundas e não é fácil fazer a transição do medo e violência para a paz e a tolerância.

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