O presidente do Equador, alfredo Palacio, prometeu rever os contratos com as empresas petrolí­feras estrangeiras de modo a aumentar a participação do estado nos lucros.
O presidente do Equador, alfredo Palacio, prometeu rever os contratos com as empresas petrolí­feras estrangeiras de modo a aumentar a participação do estado nos lucros. Os presentes contratos são considerados injustos, o presidente quer que o país receba 50 por cento dos lucros. Presentemente o governo tem direito a 20 por cento. as empresas em causa já foram advertidas quanto aos planos presidenciais.
Durante o mês de agosto, os manifestantes paralisaram a produção de petróleo, exigindo que uma maior parte dos ganhos fosse investida nas regiões de onde é extraído. Depois de o governo e as empresas petrolíferas prometerem aumentar o investimento em saúde, educação e infra-estruturas em Sucumbios e Orellana, as províncias mais importantes na produção de petróleo, as manifestações terminaram.
Na zona amazónica do Equador operam companhias de oito países diferentes, incluindo os Estados Unidos, a Espanha, a China e o Brasil. O Equador é o segundo maior fornecedor de petróleo dos Estados Unidos na américa Latina, depois da Venezuela.

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