O parlamento indonésio aprovou a amnistia do antigo grupo de rebeldes que luta pela liberdade de aceh, como estabelecido no acordo de paz.
O parlamento indonésio aprovou a amnistia do antigo grupo de rebeldes que luta pela liberdade de aceh, como estabelecido no acordo de paz. Segundo a lei indonésia o presidente tem o direito de perdoar, concluiu uma consulta à assembleia Nacional. No entanto os representantes da assembleia pedem que a cidadania indonésia e a lealdade à república e à constituição sejam uma condição para a amnistia.
Esta exigência inclui o princípio de Pancasila, isto é, reconhecer as cinco religiões oficiais: Islão, Catolicismo, Protestantismo, Hinduísmo e Budismo.
O grupo rebelde alega que cerca de 500 dos seus membros no amílcar renunciaram à cidadania indonésia e tomaram a cidadania dos países que os acolheram. Os outros teriam que renunciar à cidadania para readquiri-la. O parlamento pede ao governo que ofereça os mecanismos para possibilitar este processo.
O tratado de paz prevê a libertação de 1424 pessoas detidas nas prisões das províncias de aceh, Bengkulu e Java.

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