Um relatório das Nações Unidas concluiu que no mundo há mais desigualdade que há 10 anos, apesar do crescimento económico verificado em muitas regiões.
Um relatório das Nações Unidas concluiu que no mundo há mais desigualdade que há 10 anos, apesar do crescimento económico verificado em muitas regiões. apesar de se verificarem melhores condições de vida em muitos lugares do mundo, a pobreza continua a ser um problema de dimensões gigantescas. Os autores do relatório advertem que o simples apoio ao crescimento económico é uma via ineficaz para atingir o desenvolvimento a todos os níveis. as nações ricas são os principais beneficiários do crescimento económico.
O departamento das Nações Unidas (ONU) para os assuntos económicos e sociais foi responsável por este relatório, chegando à conclusão que os ricos são cada vez mais ricos e os pobres são cada vez mais pobres. Esta situação exige atenção imediata. Os autores deram atenção especial à diferença a nível mundial em rendimentos e à diferença no acesso aos serviços de saúde e de educação.
O desemprego continua a aumentar e mais de metade dos trabalhadores no mundo vivem com menos de 1. 8 euros por dia. a riqueza mundial está mal distribuída: um bilião de pessoas que vivem no mundo desenvolvido possui 80 por cento da riqueza mundial; enquanto os outros 20 por cento são divididos pelos cinco biliões de pessoas que vivem nos países subdesenvolvidos.
as mulheres continuam a sentir os problemas de um modo especial. as oportunidades de educação aumentaram, mas no campo do emprego continuam a ser as mesmas que à dez anos, nalguns casos até diminuíram.
O secretário-geral da ONU, Kofi annan, disse que o relatório demonstra que a os planos de apoio ao desenvolvimento não podem avançar sem atenção ao problema da desigualdade. É recomendado o aumento das oportunidades de auto-emprego, trazendo os grupos marginais para o seio da sociedade. por outro lado, é preciso trabalhar na distribuição justa dos benefícios do sistema económico mundial.

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