Um jovem seminarista do Togo fala sobre a sua presença em Colónia: “Deste encontro nasce uma esperança para a África”.
Um jovem seminarista do Togo fala sobre a sua presença em Colónia: “Deste encontro nasce uma esperança para a África”.

Vivemos um clima de festa e participação dinâmica,com milhares de jovens vindos de todo o mundo. O que sinto repetir a todos os participantes da XX Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é que todos somos chamados a seguir o caminho para Deus, sem parar até que O encontremos, disse à agência de notícias Misna um seminarista do Togo, Crispin Kegue,que participa no evento com um grupo de jovens da diocese italiana de Novara.

Na viagem para Colónia estivemos hospedados em duas localidades, ondefomos recebidos com calor humano, uma troca amigável numa atmosfera de comunhão profunda. ainda antes de chegar impressionou-me o entusiasmo que levou tantos jovens a vir acolher o Papa, símbolo de paz e esperança para todos, continuou o seminarista.

O ar que se respira em Colónia é um sinal de esperança para a África, um continente muitas vezes esquecido ou recordado apenas pelas tragédias e conflitos. Vi muitos africanos e togoleses na JMJ, ainda que muitos dos jovens do nosso continente não tenham podido participar por motivos económicos; a mensagem de Colónia é também, e sobretudo, para eles.

E acrescenta: a minha esperança para o Togo repousa nos cristãos, sobretudo nos jovens: se souberem enfrentar sem medo o caminho da paz e da reconciliação, mantendo os olhos abertos sobre o mundo, o país pode esperar um futuro melhor.

Crispin Kegue é natural de uma pequena aldeia de Lomé, onde o cristianismo só chegou no principio dos anos 80.

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