Depois do assassinato do ministro dos negócios estrangeiros o presidente declarou o estado de emergência e os militares colaboram na investigação. Unem-se esforços para manter o cessar-fogo.
Depois do assassinato do ministro dos negócios estrangeiros o presidente declarou o estado de emergência e os militares colaboram na investigação. Unem-se esforços para manter o cessar-fogo. Políticos e negociadores tentam impulsionar o processo de paz, depois do funeral do ministro dos negócios estrangeiros que foi assassinado. O presidente pediu ao parlamento que ratifique o estado de emergência e encontrou-se com os observadores noruegueses.
O presidente culpa os rebeldes tamil do assassínio do ministro, também ele da etnia tamil, mas crítico do grupo auto intitulado Tigers. Por seu lado os rebeldes negam a sua participação.
O parlamento vai reunir-se na próxima quinta-feira, 18 de agosto, para ratificar o estado de emergência declarado pelo presidente Chandrika Kumaratunga depois do assassinato.
Em estado de emergência a polícia tem poderes para fazer buscas sem mandato e deter pessoas sem apresentar cargos. Os militares assistem a polícia nas investigações.
O Observatório dos Direitos Humanos (HRW) expressou a sua preocupação por represálias contra pessoas da etnia tamil que vivam em zonas controladas pelo governo e pede às forças militares que respeitem os direitos humanos.
Os Tigers tamil desde 1983 que lutam pela sua independência, na parte nordeste do território. O governo e os rebeldes acordaram um cessar-fogo em Fevereiro 2002, abrindo caminho a negociações mediadas pela Noruega. as negociações falharam já em 2003, mas o cessar-fogo manteve-se.

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