No momento em que guerrilha e governo manifestam alguma abertura, a Igreja da Colômbia reafirma a necessidade do diálogo para alcançar a paz no país.
No momento em que guerrilha e governo manifestam alguma abertura, a Igreja da Colômbia reafirma a necessidade do diálogo para alcançar a paz no país. O presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, Luís augusto Castro, arcebispo de Tunja, afirmou que se abre uma esperança, reagindo ao acolhimento pelo governo da proposta da guerrilha de um encontro para troca de prisioneiros.
apresentando em Bogotá o programa da Semana da Nacional da Paz, de 4 a 11 de Setembro, o arcebispo de Tunja insistiu na necessidade de encontrar uma solução política negociada, de modo a conseguir a paz pelo diálogo e pelo esforço de ambas as partes.
augusto Castro, que é missionário da Consolata, tem experiência de mediador entre o governo e a guerrilha, desde o tempo em que esteve à frente do vicariato apostólcio de Puerto Leguizamo, uma zona de conflito.
Entretanto a proposta das Forças armadas Revolucionárias da Colômbia (FaRC) esbarra com um obstáculo. O presidente Álvaro Uribe recusa a condição proposta pela guerrilha de desmilitarizar a zona onde se realizaria o encontro entre as duas partes, em aures, uma aldeia rural da província de Valle.
Em contrapartida, sugere que as FaRC se façam acompanhar por uma delegação da Cruz Vermelha ou de outra instituição semelhante da sua confiança. No entanto, os rebeldes, que estão na disposição de entregar 59 prisioneiros em troca de 500 guerrilheiros que se encontram nas prisões do país, insistem na desmilitarização de dois municípios da província de Valle, o que o governo sempre tem recusado.

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