países de origem dos presos da base americana de Guantanamo violam os direitos humanos, com a conivência dos Estados Unidos.
países de origem dos presos da base americana de Guantanamo violam os direitos humanos, com a conivência dos Estados Unidos. Os prisioneiros da base naval dos Estados Unidos em Cuba, ao regressarem aos seus países quando forem libertados, correm perigo de sofrer torturas, maus-tratos e abusos. Os defensores dos direitos humanos estão preocupados com os prisioneiros afegãos que se encontram na base naval. Os Estados Unidos fizeram um acordo com o governo do afeganistão e o mesmo pode acontecer com o Iémen e a arábia Saudita.
Segundo a amnistia Internacional (aI), é arriscado obrigar os prisioneiros a regressar aos seus países de origem. Nenhum governo deve obrigar quem quer que seja a voltar para um país onde corra perigo de sofrer abusos contra os direitos humanos, afirmou Sharon Critoph, investigadora americana daquela organização.
O próprio departamento de estado norte-americano reconheceu que há graves violações dos direitos humanos naqueles três países, para os quais pensa repatriar os prisioneiros.
a tortura e os maus-tratos são práticas correntes na arábia Saudita, tal como condições severas de reclusão e detenção indefinida sem culpa formulada. a situação no Iémen é semelhante em relação à guerra contra o terror.
Os Estados Unidos, afirmou Sharon Critoph, devem fechar Guantanamo e formular acusas contra os detidos, segundo as leis americanas em vigor, ou libertá-los, garantindo que possam viver uma vida normal, se não forem acusados ou julgados.
Um relatório da aI, entre outros, refere o caso de um iemenita, repatriado de Guantanamo em 2004, que continua preso no Iémen sem culpa formulada.

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