Grupo de voluntários de Lisboa prepara-se para iniciar cinco missões. Duas em Moçambique e três em Portugal. No estrangeiro, os projetos serão às crianças e jovens. Em território nacional, as atenções estarão centradas nos idosos
Grupo de voluntários de Lisboa prepara-se para iniciar cinco missões. Duas em Moçambique e três em Portugal. No estrangeiro, os projetos serão às crianças e jovens. Em território nacional, as atenções estarão centradas nos idosos Compromisso, dedicação e vontade genuína de ajudar quem precisa. Este é o lema da Equipa d’África, uma organização não governamental para o desenvolvimento (ONGD) com sede em Lisboa, que se prepara para iniciar cinco novas missões de voluntariado, em Moçambique e em Portugal. as ações em África estarão centradas no apoio aos mais novos, na área pastoral e da educação. Em Portugal, as equipas irão distribuir-se por três concelhos, no apoio à terceira idade e aos deficientes. Cada vez há mais jovens a quererem olhar pelos outros. alguns podem pensar no voluntariado como uma forma de fazer turismo fácil, mas no nosso grupo só aceitamos voluntários comprometidos com a missão, que estejam disponíveis para ajudar com dedicação e com o coração. Para nós, o voluntariado não é fazer turismo fácil, explicou à Fátima Missionária o responsável pela comunicação da Equipa d’África, Miguel Jarimba. Fundada há 15 anos, a ONGD é constituída maioritariamente por jovens universitários, dos 18 aos 30 anos. anualmente, desenvolve projetos de voluntariado-missionário e atividades de cooperação social e pedagógica em Portugal e Moçambique, com o objetivo de melhorar as condições de vida das populações locais. Este ano, as missões africanas centram-se nas povoações de Metoro e Macomia. as duas equipas, de quatro elementos cada, partem dia 30 de julho, para um mês e meio de trabalho. No essencial, vão dar apoio ao estudo, fazer animação juvenil e auxiliar no trabalho pastoral. Em Portugal, os 12 voluntários, distribuídos por três equipas, estarão 15 dias (de 30 de julho a 13 de agosto) nos concelhos de almeida, Gavião e Santiago do Cacém, envolvidos em atividades dirigidas aos utentes de casas do povo, centros de dia e de unidades de apoio a pessoas com deficiência. Embora reconheça que a definição está muito batida, Miguel Jarimba não deixa de a utilizar por entender que é a que mais se adequa à expectativa que reina no grupo em vésperas de mais uma missão: vamos para dar mas acabamos por receber muito mais.